Léo Moraes sofre derrota na Câmara Municipal de Porto Velho, só um vereador votou com prefeito

Léo Moraes sofre derrota na Câmara Municipal de Porto Velho, só um vereador votou com prefeito

 "Com 21 votos contrários e apenas um a favor, a proposta do Executivo Municipal que visava alterar o contrato de gestão de resíduos sólidos no município é barrada, deixando incertezas sobre a continuidade dos serviços essenciais."



Porto Velho, RO - Na sessão da Câmara Municipal de Porto Velho, desta segunda-feira 31 de março o Projeto de Lei n° 4.708/2025, de autoria do Executivo Municipal, foi reprovado em sua primeira discussão e votação.
A proposta visava revogar a Lei n° 3.174, de 10 de maio de 2024, que validava a delegação de uma parceria público-privada na forma de concessão administrativa entre a prefeitura de Porto Velho e a empresa ECO RONDÔNIA/MARQUISE  no valor de mais de R$ 2 bilhões.
Essa parceria tinha como objetivo a prestação de serviços relacionados à implantação, manutenção, limpeza urbana, coleta, reciclagem e disposição final de resíduos sólidos no município.
A votação resultou em 21 votos contrários ao projeto, evidenciando a ampla desaprovação entre os vereadores. 

O único voto a favor da proposta foi do vereador Everaldo Fogaça, do PSD. 

A vereadora Ellis Regina, do União Brasil (UB), não esteve presente na sessão, contribuindo para essa votação desfavorável.

A revogação da Lei n° 3.174 visa alterar um contrato existente, o Contrato n° 019/PGM/2024, que atualmente regula esses serviços essenciais para a população de Porto Velho. 

A decisão da Câmara representa um duro golpe nas ações do Executivo Municipal que buscavam avançar nas iniciativas de gestão de resíduos sólidos e melhoria da infraestrutura pública.

A rejeição do projeto levanta questões sobre a continuidade dos serviços de coleta e disposição de resíduos no município.
A capitaldanoticia.com
Postar um comentário (0)
Postagem Anterior Próxima Postagem
Aos leitores, ler com atenção! Este site acompanha casos Policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda - se ao leitor critério ao analisar as reportagens.